segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Projeto VLT Aeroporto continua sem data para sair do papel

24/10/2015 - Portal no Ar - Natal/RN


Projeto aguarda definição de datas para execução (Foto: Wellington Rocha)
Projeto aguarda definição de datas para execução (Foto: Wellington Rocha) Projeto aguarda definição de datas para execução (Foto: Wellington Rocha)

Pensado como mais um acesso ao Aeroporto Internacional Aluízio Alves, o projeto do VLT Aeroporto (Veículo Leve sobre Trilhos) é mais uma das muitas obras de mobilidade que sequer saíram do papel. A proposta contempla a implantação de uma linha férrea de 17 km que ligará o terminal aeroviário ao sistema atual de VLT já implantado na capital.

De acordo com informações da assessoria de comunicação da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), o projeto já está pronto, mas não pôde ser adiantado em função de mudanças na presidência da companhia e da superintendência regional.

“Os novos gestores ainda estão se inteirando sobre o projeto e os tramites necessários para bota-los em prática. Ainda não há informações precisas nem previsões de datas”, informou a assessoria.

Ainda de segundo a CBTU, o novo presidente está fazendo visitas às superintendências regionais e que em breve estará em Natal quando mais detalhes sobre o projeto deverão ser apresentados.

Hub

O projeto do VLT Aeroporto deve somar pontos para o Rio Grande do Norte na disputa pelo hub da Tam, cuja sede será divulgada até o final do ano. Além de Natal, Fortaleza e Recife estão na disputa.

Na época em que foi anunciado o projeto, o governador Robinson Faria destacou a importância da proposta para potencializar a conquista do Hub para Natal. “O tramo norte da linha roxa, como foi definido no projeto, irá beneficiar cerca de 15 mil pessoas”, acrescentou ele na época.

Projeto

O projeto da linha férrea até o Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante é de 17 quilômetros e foi incorporado ao Plano Plurianual 2016-2019 da CBTU. O objetivo agora, segundo a companhia é incluir a proposta no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 3).

Projeto vai interligar municípios da Grande Natal em linha para o aeroporto (Foto: Alberto Leandro/PortalNoar)
Projeto vai interligar municípios da Grande Natal em linha para o aeroporto (Foto: Alberto Leandro/PortalNoar) Projeto vai interligar municípios da Grande Natal em linha para o aeroporto (Foto: Alberto Leandro/PortalNoar)

A linha está orçada em, R$ 249,8 milhões e prevê a instalação de 10 novas estações e compra de cinco composições de VLT, cada um com três carros. O projeto de modernização do sistema já em curso contempla 12 composições, das quais já foram entregues e estão em funcionamento.

A nova linha vai de Extremoz a São Gonçalo do Amarante e prevê uma linha estimada em 23 km integrado ao Aeroporto Aluízio Alves à Macaíba e seguindo até a BR-101, em Parnamirim.

Este outro trecho, chamado de tramo sul da linha roxa, não tem ainda o estudo de viabilidade de um anel em Natal, com a implementação de mais duas linhas levando o VLT até o campus da Universidade do Rio Grande do Norte.

Além da expansão, o projeto prevê novas estações e duplicação da linha do VLT. A linha partirá da BR-101 Norte ao lado do Gás Butano e seguirá pelo bairro Jardins em São Gonçalo do Amarante, Guajirú e Aeroporto.

Atualizado em 24 de outubro às 10:47

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Governo da Bahia adia licitação do VLT

25/08/2015 - A Tarde - BA

Anunciado para o dia 14 deste mês, o lançamento do edital de licitação para as obras do VLT foi adiado. Segundo a assessoria de comunicação da Casa Civil do Estado,  foi preciso fazer alguns ajustes técnicos e, por isso, o prazo foi estendido.

Em entrevista ao A TARDE no início do mês, o secretário da Casa Civil, Bruno Dauster, disse que, após a licitação, as obras iniciariam em cerca de 90 dias.

O projeto prevê a reforma e construção da linha permanente, das paradas, implantação dos sistemas de eletricidade e comunicação e a urbanização da faixa de domínio (margem do trajeto).

O percurso será ampliado - passará a ser entre o Comércio e a Av. São Luís, em Paripe - de 13,5 km para 18,4 km e, posteriormente, para 19,9 km, quando o veículo for até a Estação da Lapa.

Segundo Dauster, na área limítrofe do sistema serão construídas calçadas e vias para ciclistas. As estações também serão reformadas e os prédios serão utilizados para a oferta de serviços à população.

O coordenador de Operações da CTB, Al Mello, adiantou que existe o projeto de implantar um Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC) na estação da Calçada. "Com isso, fazemos a chamada solução 'não transporte'. O cidadão não precisará mais se deslocar para o centro da cidade para fazer documentos", diz.

Controvérsia

O coordenador-geral do movimento Ver de Trem, Gilson Vieira, contesta a forma como o projeto do VLT foi executado. "Esta reforma poderia ser feita de forma sustentável e paulatina, sem que fosse preciso parar o sistema", disse.

Ele lembrou que o atual passou por reforma recentemente, em 2012, e que a manutenção deveria ter sido melhor aproveitada. Gilson diz que  está agendando uma audiência  com a Defensoria Pública do Estado para discutir o caso, no dia 1º de outubro.

O coordenador da ONG também relatou que o projeto do governo não  dialoga com o do Ministério dos Transportes, que pretende estender a ferrovia para Conceição da Feira e Alagoinhas futuramente.

Trens do subúrbio de Salvador resistem à degradação

25/08/2015 - A Tarde - BA

Às 5h45,  enquanto muita gente ainda dorme, Wilson Cruz, 53, realiza a  primeira viagem do dia. Aos olhos do condutor de trens do subúrbio ferroviário de Salvador, na profissão há 26 anos,   o trajeto de 13 km entre a  Calçada e Paripe já não oferece novidade.

Quem faz o percurso pela primeira vez, no entanto,  impressiona-se com o que vê. O passeio transita entre o bucólico e a degradação.

O conserto de barcos na praia, o cozimento a lenha à margem dos trilhos e a vista da baía conferem o clima agradável. Por outro lado,  construções precárias,  lixo amontoado, desmanche de carros,   moradores de rua e a poluição do mar alertam para os problemas.

Na plataforma de embarque da Calçada, uma amostra do maria fumaça  figura entre os novos trens, já não tão novos assim. "Esse aqui é o melhor transporte  do mundo. Não tem quebra-molas, engarrafamento ou poluição. Mas eles preferem o rodoviário. Não dá para   entender!", observa o maquinista, como é popularmente chamado.

Wilson Cruz conta que entrou no ramo por  acaso: "Estava a caminho de uma entrevista de emprego para uma cervejaria, me atrasei e perdi a vaga. Então, vi no jornal A TARDE  que havia um concurso para a área. E aqui estou".

Degradação

Em todo o trajeto, principalmente no trecho até o Lobato, a linha férrea acumula muito entulho. Eletrodomésticos velhos, como fogão, sofá, estante, TV e até geladeira são descartados na margem da ferrovia.

Ao lado do trilho, um monte de barro se acumula, segundo Wilson, oriundo de escavações  para a construção de casas. "O lixo é um problema. Às vezes,  engancha no trem, tem que parar a composição para fazer manutenção. O que prejudica os usuários", conta.

O coordenador de operações da Companhia de Transporte da Bahia (CTB), Al Mello, diz que o acúmulo deve-se à falta de consciência dos moradores do entorno. "Eles sabem que, a cada 15 dias,  fazemos mutirão com o trem, recolhendo  lixo. Por isso, atiram os sacos da frente de casa. Nem se dão ao trabalho de procurar o ponto correto de descarte", diz.

"Não somos uma empresa de limpeza, mas de transporte. Não temos condição  nem é nossa responsabilidade recolher resíduos diariamente", complementa.

Outro problema, relatado pelo passageiro Antônio César, 50, é a insegurança. O aposentado utiliza o trem três vezes por semana para ir ao centro de fisioterapia das Obras Sociais Irmã Dulce, no largo de Roma.

Ele conta que, há dois meses, foi vítima de  assalto dentro de um dos vagões, por volta das 15h. "Dois pivetes entraram e fizeram um arrastão. Um rapaz foi agredido. Não havia segurança. Se  ocorre isso à tarde, imagina à noite", relata.

Al Mello afirma não ter informações sobre a ocorrência de assaltos no TUE (Trem Unidade Elétrica). "É muito difícil ocorrer, porque dispomos de segurança em cada uma das dez estações e em cada trem", diz.

Capacidade

O Sistema de Trens do Subúrbio transporta 15 mil pessoas por dia, com duas composições. Se contasse com quatro trens em circulação, 50 mil passageiros seriam beneficiados diariamente.

O intervalo de espera é 40 minutos, mas, frequentemente, um dos veículos é tirado de circulação e o tempo aumenta para uma hora.

Sem se identificar, funcionários queixaram-se de três trens reformados, que permanecem no galpão sem nunca ter sido utilizados. O coordenador  de operações da CTB explica que os TUEs foram reformados, por uma empresa no Rio de Janeiro, mas continuaram  com defeito. "O caso está na Justiça desde o ano passado. A empresa foi considerada inadimplente", justifica.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Recursos do PAC atrasam e sistema do VLT de JP só deve ficar pronto em 2017

23/08/2015 - Diário de Araruna 

O processo de troca das atuais locomotivas para a utilização do sistema dos VLTs vai sofrer atraso em João Pessoa. Previsto para receber a terceira locomotiva antes do fim do primeiro semestre deste ano, mas que não foi entregue até este mês, o sistema do VLT na Capital deve ficar pronto apenas em 2017, por conta de atrasos no repasse de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para a empresa responsável pela construção e montagem dos equipamentos. O Ministério das Cidades não deu explicações.

Segundo a assessoria de comunicação da Companhia Brasileira de Trens Urbanos em João Pessoa (CBTU), até agosto deste ano, a fabricante e montadora das composições entregou dois VLTs, sendo que um está funcionando normalmente e outro vem passando por manutenção, após ter descarrilado por conta de lixo em um dos pontos de tráfego na Capital.

A terceira composição do VLT, que deveria ter sido entregue até junho, está sendo montada e deve chegar à Capital até o fim do ano. A previsão é de que ao menos três composições estejam em operação até dezembro.

"A terceira [composição] já está sendo fabricada pela empresa e ainda este ano vamos recebe -lá. A previsão é de que em 2016 e 2017 cheguem às demais, somando um total de oito composições na frota", disse a assessoria de comunicação da CBTU.

Questionada sobre os motivos do atraso na entrega das composições, a CBTU informou que os recursos do PAC não estão sendo repassados no período inicialmente previsto, ocasionando a demora. "O motivo para o atraso é o problema do repasse financeiro de verbas do PAC", informou.

O Ministério das Cidades, que gere o PAC, informou ao Portal Correio que a CBTU no Rio de Janeiro seria a responsável pelo processo de aquisição e repasse de recursos dos VLTs de João Pessoa e não deu explicações sobre atrasos nos repasses. A CBTU no Rio de Janeiro também não enviou resposta.

Lixo atrapalha e deixa VLT inoperante

Aliado ao atraso de entrega dos VLTs, desde fevereiro deste ano, período em que o VLT iniciou a operação, as composições tiveram, ao menos, três problemas relacionados com o lixo jogado nos trilhos.

De acordo com a CBTU, o problema é recorrente e a população deve evitar jogar lixo nos trilhos para que a circulação dos VLTs não sofra interrupções. A Companhia também explicou que não pode manter os VLTs novos parados até que todo o sistema seja reformado e modernizado.

"Uma vez iniciado o serviço, ele tem que se manter em operação sob o risco de degradação do material rodante [caso exista interrupção na circulação do VLT]. Não podemos deixar o VLT parado", disse a CBTU.

Novas estações e trilhos devem ser implantados

Para melhorar os serviços do VLT, a Grande João Pessoa deve ganhar, até o fim de 2016, duas novas estações de passageiros e novos cruzamentos de linha férrea, que devem facilitar e promover a circulação de mais VLTs ao mesmo tempo.

"Os projetos das estações e da via permanente já estão sendo elaborados pelas empresas e serão finalizados ainda este ano. O procedimento licitatório será no início de 2016 e depois [a obra] será executada. A falta de cruzamento será resolvida com a construção dos desvios (estações ilhas)", contou a CBTU.

Os VLTs adquiridos pela CBTU para João Pessoa são do modelo Mobile 3, composto por duas cabinas computadorizadas, motorização a diesel, tração diesel-hidráulica, bidirecional, ar condicionado, acessibilidade para deficientes físicos, passagem entre os carros, sistema de comunicação interna digital. 

Cada composição do VLT da Capital comporta até 600 passageiros por viagem.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Reunião discute reativação do modal ferroviário que irá beneficiar Campina

12/08/2015 - O Nordeste 

reuniao_pmcg
Por iniciativa do prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues, os gestores dos principais municípios do Estado estão se mobilizando estrategicamente para reativar o modal ferroviário de cargas e passageiros da Paraíba.

E foi com a intenção de discutir parcerias, e traçar estratégias do ponto de vista institucional e político, que representantes de Sousa, Campina Grande e João Pessoa se reuniram na manhã desta segunda-feira, 10, na sede da Companhia Docas, em Cabedelo, na oportunidade representada pelo prefeito Leto Viana e o secretário Hugo Braga.

Os secretários André Agra (Obras), Marcos Procópio (executivo do Desenvolvimento Econômico) e o auxiliar Dunga Júnior representaram o prefeito Romero Rodrigues no encontro, que também contou com a participação de representantes da Anvisa e CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos), do prefeito de Sousa, André Gadelha, acompanhado do vereador Cacá Gadelha, além do secretário adjunto de Planejamento da capital, José Rivaldo Lopes, e do presidente da Docas, Lucélio Cartaxo.

"Essa foi a terceira reunião formal para tratar desse importante assunto, um tema de Estado. Tecnicamente, sabemos que o investimento é alto, por isso estamos contando também com a participação da iniciativa privada no encontro. Os representantes de Cajazeiras e Patos também estão sendo convocados e novas reuniões vão acontecer", disse o secretário André Agra.

Para o prefeito Romero, que iniciou a mobilização dos prefeitos e recentemente adiantou contatos sobre a pauta com o ministro dos Transportes Antonio Carlos Rodrigues, a reativação do modal ferroviário deve agregar valor ao Complexo Aluízio Campos, onde estão sendo instalados empreendimentos do comércio, indústria, ciência, tecnologia e empresas do setor de logística.

A próxima reunião está prevista para acontecer em setembro, quando o grupo deve visitar o Aluízio Campos.
PMCG

Em Pinda, EFCJ registra aumento de passageiros no trem de subúrbio

12/08/2015 - Portal R3 - Pindamonhangaba/SP

Em julho de 2015, a EFCJ transportou 5.024 usuários no Trem de Subúrbio, serviço que opera do centro de Pindamonhangaba até a zona rural da cidade. (Foto: Arquivo PortalR3)

Em julho de 2015, a EFCJ transportou 5.024 usuários no Trem de Subúrbio, serviço que opera do centro de Pindamonhangaba até a zona rural da cidade. (Foto: Arquivo PortalR3)

A Estrada de Ferro Campos do Jordão – EFCJ, órgão vinculado à Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, registrou um novo recorde mensal de passageiros transportados pelo Trem de Subúrbio. A marca acontece após uma série de investimentos feitos pelo Governo do Estado em obras na via permanente e nas instalações da ferrovia, segundo divulgou em nota o órgão.

Em julho de 2015, a EFCJ transportou 5.024 usuários no Trem de Subúrbio, serviço que opera do centro de Pindamonhangaba até a zona rural da cidade, registrando o recorde mensal de passageiros no serviço. Esse número representa um aumento de 33,79% (1.269 usuários) em relação a julho de 2014, que somou 3.755 passageiros, e de 21,03% (873 usuários) em relação ao recorde anterior, que aconteceu em janeiro do ano passado, quando 4.151 passageiros utilizaram o serviço. Já se comparado ao volume de julho de 2011, ano imediatamente anterior ao início da atual gestão, o número é ainda mais expressivo, ficando na casa dos 62% (1.934 usuários).

"É interessante salientar que Pindamonhangaba é a única cidade não capital no Brasil que conta com um serviço de transporte sobre trilhos para atender ao município", explicou o Diretor Ferroviário da EFCJ, Ayrton Camargo e Silva. "O serviço do Trem de Subúrbio, com extensão semelhante a do corredor note-sul do Metrô de São Paulo, também tem um caráter social significativo, já que atende locais mais isolados e com comunidades muitas vezes vulneráveis", completou.

Esse aumento expressivo é explicado, entre outras coisas, pelos investimentos que a Estrada de Ferro Campos do Jordão, por meio do Governo do Estado, tem feito no Trem de Subúrbio. Desde o começo da atual gestão, em 2012, quatro novos horários de operação foram criados, totalizando agora dez horários/dia útil (confira todos os horários, trajetos e valores desse serviço na tabela abaixo). Além disso, o recorde acontece logo após a conclusão de dois conjuntos de obras realizadas pela EFCJ: modernização da via permanente e construção de novas paradas.

Os dois conjuntos de obras tiveram início em 2014 e foram finalizadas em junho de 2015, sendo realizados entre os quilômetros zero e 23 da ferrovia, justamente para atender aos usuários do Trem de Subúrbio. Nas obras de modernização da via permanente, destaque para a troca de 16 mil metros de trilhos e três mil unidades de dormentes, a implantação de dois mil metros de canaletas de drenagem e a construção de contenção de encostas em quatro pontos da via. Já nas obras de construção das paradas, destaque para a construção de sete novas edificações, dotadas de acessibilidade e comunicação visual, e para a adequação de acessibilidade em seis estações da ferrovia.

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Ministério das Cidades estuda a implantação do VLT em Campina Grande

07/08/2015 - CBTU

Representantes do Ministério das Cidades e da CBTU João Pessoa realizaram, na quarta-feira, 5, visita na cidade de Campina Grande, a 120 km da capital, com o objetivo de avaliar a viabilidade técnica e econômica para implantar o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) na Rainha da Borborema. Foram recebidos pelo prefeito Romero Rodrigues, o secretário de planejamento e obras, André Agra e o secretário de desenvolvimento econômico, Luiz Alberto Leite.

Segundo o prefeito, Romero Rodrigues, Campina tem demanda suficiente para implantação do VLT. A população da cidade é de 450 mil habitantes e 55 mil são estudantes; além disso, o Condomínio Aluízio Campos que será habitado por 20 mil pessoas e o polo industrial ficam próximos da linha férrea.

De acordo com Romero, o trecho inicial teria 15 Km do Aluízio Campos até o Hospital da FAP. "Seria excelente para Campina Grande. A geografia ajudou muito, pois temos uma linha férrea que sai da parte periférica, passando pelo polo industrial, pelo centro e vai até o polo universitário, passando por hospitais. E ainda temos a possibilidade de fazer a integração com o sistema de transporte urbano da cidade" afirma.

O superintendente da CBTU João Pessoa, Wladme Macedo, acredita que será ótimo para a mobilidade urbana de Campina a implantação do VLT. "Fomos a todos os trechos em que a linha férrea corta Campina e mostramos as representantes do Ministério das Cidades que é um investimento essencial para o transporte urbano da cidade" revela.

As representantes do Ministério, Guadiana Cortizo e Cristina Soja, levaram para Brasília as informações que serão avaliadas e analisadas pela área responsável, podendo retornar à Campina com o objetivo de elaborar um possível projeto de implantação do VLT na cidade.

VLT vai substituir trens do subúrbio e terá 21 paradas; licitação será lançada

07/08/2015 - G1 Bahia

Os trens que ligam os bairros do Subúrbio Ferroviário à Calçada, em Salvador, irão dar lugar ao Veículo Leve sobre Trilhos (VLT). Em entrevista ao G1, o secretário da Casa Civil, Bruno Dauster, antecipou que a autorização de licitação das obras será assinada em 14 de agosto, com aporte de verbas estimado em R$ 1,1 bilhão. Conforme o secretário, diante da crise na economia nacional, o valor será dividido pela metade entre os governos estadual e federal. "Com a crise fiscal, corria o risco de atraso se o estado não assumisse", disse. A presidente Dilma Rousseff foi convidada para participar da cerimônia de publicação do edital de licitação, mas a Casa Civil ainda aguarda resposta do Planalto.

Atualmente, os trens de Salvador ligam o bairro de Paripe à Calçada, num percurso de 13,6 km. Com o novo modal de transporte, o sistema será ampliado e se estenderá entre São Luiz de Paripe e o bairro Comércio. São 4,9 km a mais de trilhos, que, integrados aos existentes, farão o VLT percorrer um total de 18,5 km.

Dauster detalhou que o projeto será dividido em duas etapas. A primeira delas ocorre entre os bairros do Comércio e de Plataforma (9,4 Km) e a segunda entre Plataforma e São Luiz de Paripe (9,1 Km). A previsão do governo é a de que ambas as fases estejam em operação no segundo semestre de 2017. Diferentemente do atual sistema que liga o subúrbio à Calçada, o VLT é composto por trens mais leves, menos poluentes e com um maior roteiro de paradas.

Sistema de paradas

O secretário da Casa Civil explicou que as atuais 10 estações serão desativadas e reaproveitadas na prestação de serviços aos moradores. "Os prédios das estações terão outros usos. Poderá ser um posto da PM, centro de atendimento ao cidadão", exemplificou.

Dauster informou que a desativação dos prédios é necessária por conta do perfil do novo modal. "O trem [do VLT] irá andar no chão, como se fosse ônibus. Você agora vai ter paradas e não estações", afirmou. O secretário antecipou que a previsão é de que o VLT tenha 21 paradas. "Podem ser muitas. A depender das necessidades, criaremos novas", disse.

Na primeira etapa das intervenções, entre Comércio e Plataforma, o secretário da Casa Civil apontou a criação de quatro novas paradas, além das estações já existentes: São Joaquim, Porto, Avenida da França e Comércio. Na segunda etapa, estão previstas novas paradas na Baixa do Fiscal, Viaduto Suburbana, União, São João e São Luiz de Paripe.

Perspectivas

O estado estima que, diante das intervenções, a média diária de público que utiliza o transporte sobre trilho suba de 15 mil para 150 mil. Embora ainda sem licitação, o estado espera que o VLT se estenda do Comércio para a Lapa.

Bruno Dauster afirmou que o novo VLT irá funcionar de forma interligada aos demais modais de transporte da capital.

Conforme o projeto, por meio do VLT, os usuários terão acesso às Linhas 1 e 2 do metrô e a dois roteiros de BRT (Transporte Rápido por Ônibus), todas com obras de conclusão previstas para 2017. "Logo que estiver operando, estará tudo integrado. Isso vai significar uma revolução na geografia de transporte", avaliou.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

CBTU apresenta projeto da linha roxa ao Secretário de Transporte e Mobilidade

18/07/2015 - No Minuto - Natal/RN

O encontro ocorreu na CBTU Rio de Janeiro. Na oportunidade o Superintendente solicitou ao secretário apoio ao projeto da Linha Roxa - Tramo Norte, que interligará a Ribeira ao Aeroporto Internacional Gov. Aluízio Alves por meio de composições de Veículo Leve Sobre Trilhos - VLT. Esse projeto foi apresentado pela Senadora Fátima Bezerra, nesta semana, ao Secretário do PAC, Maurício Muniz.

O secretário Dario Rais, informou ter conhecimento do projeto e que do ponto de vista técnico, o mesmo seria aprovado sem nenhuma restrição, ficando a CBTU responsável pela gestão política para viabilizar sua inclusão no PAC 3.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

VLT do Subúrbio de Salvador: licitação sai em agosto

13/07/2015 - Pregopontocom

O governo do Estado da Bahia lançara no mês de agosto o edital para a construção do novo sistema de VLT "Veículo Leve Sobre Trilhos",que substituirá os velhos e antigos trens que fazem a ligação Parípe/Calçada,e chegara ao Terminal da França no Comércio.A linha atual com 13 km (Calçada/Paripe) terá a partir da inclusão do trecho Calçada/T.da França,18,5 km no total e o sistema devera transportar cerca de 100 mil passageiros/dia. A obra esta orçada em R$ 1.1 bi, com R$ 552 mi do governo federal e R$ 448 mi do Gov. estadual. 

O sistema passara a contar com composições de VLTs com piso baixo,climatização além de reformas das vias férreas,com troca de dormentes,trilhos,das linhas aéreas,subestações de energia,das estações com modernização e o rebaixamento das plataformas de embarque/desembarque,além da implantação de novo sistema de sinalização e controle operacional.O novo serviço que oferecera mais conforto rapides e segurança para os usuários,deverá melhorar em muito o sistema de transportes que atualmente atende de maneira bastante precária a população do Subúrbio Ferroviário de Salvador.

Fonte: Pregopontocom
Publicada em:: 13/07/2015

Hub da TAM pode acelerar construção de nova linha do VLT

15/07/2015 - No Minuto

O hub da TAM (central de voos) pode acelerar a construção de uma nova linha do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT), que inicia na BR-101 com destino ao aeroporto Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante. A informação foi repassada na manhã de hoje (13) pelo superintendente da Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), João Maria Cavalcanti.

Apesar da expectativa pela conquista do hub e uma possível garantia de maior agilidade na construção da nova linha, João Maria ressaltou que ainda não há garantias sobre a obra. "A construção depende da inclusão do projeto no Programa de Aceleração do Crescimento 3 (PAC3)", disse o superintendente da CBTU.

O percurso mencionado acima é o da linha roxa, que teve, inclusive, um estudo aprovado no Plano Plurianual da CBTU. Ainda de acordo com João Maria, o projeto também já foi solicitado para entrar na Lei de Diretrizes Orçamentarias (LDO).

Questionado sobre possíveis prazos para iniciar e terminar a obra, João Maria preferiu não estipular. "Como falei, não temos como colocar um prazo, até porque o projeto tem que entrar no PAC 3 para ser viabilizado", afirmou.

O custo total da implantação da linha roxa é de 249 mi e 800 mil.

Características Operacionais da Linha Roxa - Tramo Norte

São Gonçalo do Amarante/Aeroporto: comprimento da linha ampliada: 17,26 km Número de estações: 10

Frota: 05 Composições de VLT

Demanda: 15.000 passageiros/dia

Comprimento total do Sistema com a linha ampliada: 73,50 km

Polos de viagem

Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves

Parque industrial de Extremoz

Parque Municipal de São Gonçalo do Amarante

Lagoa de Extremoz

Terminal de integração de Soledade

Centros comerciais dos municípios atendidos (Natal, Ceará-Mirim, Extremoz, Parnamirim e São Gonçalo do Amarante)

Polo turísticos da Ribeira, Extremoz e Ceará-Mirim

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Senador e deputado paraibanos vão ao Ministério das Cidades por recursos para VLT em Campina

08/07/2015 - Paraíba Já - João Pessoa/PB

O senador Raimundo Lira esteve reunido nesta quarta-feira (08) com o Ministro das Cidades, Gilberto Kassab, acompanhado do deputado federal Rômulo Gouveia (PSD-PB). Os parlamentares conversaram com o chefe da pasta sobre a liberação de recursos para a implantação do sistema de Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) em Campina Grande.

Inicialmente, o trecho do chamado 'Metrô de Superfície' de Campina Grande deve cobrir o trajeto entre os bairros de Bodocongó e Ligeiro. O meio de transporte coletivo tem como objetivos desafogar o fluxo de veículos e incrementar o sistema público de transporte urbano na Rainha da Borborema.

Para Raimundo Lira, a instalação do sistema é uma grande solução urbanística. "O VLT é um confortável meio de transporte coletivo urbano. A população certamente irá se beneficiar muito com esse moderno instrumento de acessibilidade", avaliou o parlamentar. Uma visita da equipe técnica do ministério ficou acertada para data próxima. A comitiva vai realizar os estudos necessários para implantar o sistema na cidade.

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Contorno ferroviário é defendido em audiência pública em Juiz de Fora

25/06/2015 - G1

A passagem da linha férrea no perímetro urbano de Juiz de Fora foi o tema de audiência pública realizada nesta quinta-feira (25) na Câmara Municipal de Juiz de Fora. O contorno ferroviário e a utilização da linha do trem para o transporte de passageiros foram defendidos pelos representantes da Comissão de Assuntos Municipais e Regionalização da Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG). A audiência foi convocada pela comissão.

O deputado estadual Noraldino Junior presidiu o encontro que foi o primeiro de três debates sobre a questão. Ele dirigiu questionamentos ao gerente-geral da MRS Logística, Sérgio Carrato e ao secretário municipal de Transporte e Trânsito, Rodrigo Tortoriello. 

A passagem de trens na cidade é possível devido à concessão do Governo Federal, com duração de 30 anos, faltando apenas dez anos para que a MRS continue utilizando o espaço ou opte pela renovação por mais 30 anos. Com a prorrogação devem ser pensados investimentos significativos para o município. Os impactos da linha férrea na mobilidade urbana, a segurança de pedestres e motoristas, os impostos pagos à cidade, a construção de viadutos e trincheiras e o compartilhamento da linha para transporte de passageiros foram as questões abordadas por Noraldino. 

O deputado Lafayette Andrada lembrou que a questão viária é histórica e as soluções definitivas de alto custo. Ele citou os pontos de gargalo no trânsito e defendeu que os trilhos sejam utilizados para o transporte coletivo. 

Também representando a Assembleia, o deputado Márcio Santiago cobrou uma resposta da empresa. "Juiz de Fora tem um aumento crescente de veículos. Cada trem possui 1,5 Km de extensão. Precisamos avaliar os prós e contras do transporte de trens de carga na cidade". Ainda de acordo com o parlamentar, em 2014, foram recolhidos cerca de 15 toneladas de lixo nas margens da linha. 

Defensor do contorno ferroviário, o vereador Julio Gasparette defendeu que o tráfego de cargas pela via férrea deve migrar da área urbana de Juiz de Fora para o novo trajeto na proximidade do Rio do Peixe, iniciando em Sobragi até a Mercedes-Benz, cerca de 55 Km, dando lugar ao transporte de passageiros, o que diminuiria o custo da passagem. "Para isso, torna-se necessária a união dos entes federativos – município, Estado e União – com a iniciativa privada", enfatizou. 

Muitos dos participantes da audiência pública enfatizaram que o momento é oportuno para a discussão porque é a primeira vez que nove representantes da região foram eleitos (cinco deputados estaduais e quatro federais). Representantes das comunidades falaram da insegurança nas passarelas e no entorno das linhas. 

De acordo com o secretário da Settra, a Prefeitura se preocupa com o conflito do trem de carga e as pessoas. "Se o tempo em que o trem passa pelo centro se estender, desregula o horário de todo o transporte coletivo". Ele se posicionou em enfatizar debates sobre os conflitos para o apontamento de soluções. Uma das causas defendidas é a conexão da linha para o transporte de passageiros. Rodrigo Tortorielo afirmou que irá encaminhar todas as indagações feitas na audiência por meio de documento oficial. 

O representante da MRS, Sérgio Carrato, defendeu o contorno ferroviário e enfatizou que as lideranças da região devem unificar as forças para alcançar esse objetivo. Sobre as 14 mortes na linha do trem em 2014, citadas na audiência, ele não acredita que o número seja elevado e comparou com acidentes envolvendo motociclistas, que são 14 por dia. A imprudência de motoristas e pedestres, para ele, é a causa dos acidentes envolvendo trens. "Em Juiz de Fora, são 40 Km de linha ferra na área central e cortam a cidade de 20 a 25 trens por dia. O município é o único que conta com todas as cancelas automáticas", esclareceu.

Fonte: G1
Publicada em:: 25/06/2015

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Companhia de Trens apresenta linha para interligar VLT e aeroporto no RN

05/06/2015 - G1

A Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) apresentou nesta sexta-feira (5) uma proposta para implantar uma linha férrea para interligar o sistema do Veículo Leve Sobre Trilhos (VLT) ao Aeroporto Internacional Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal. 

O projeto da linha férrea de 17 quilômetros foi incorporado ao Plano Plurianual 2016-2019 da CBTU. O objetivo agora, segundo a companhia, é incluir a proposta no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 3). 

A linha está orçada em R$ 249,8 milhões e prevê a instalação de 10 novas estações e compra de cinco composições de VLT, cada uma com três carros. O projeto de modernização do sistema já em curso contempla 12 composições, das quais três já foram entregues e estão em funcionamento. 

Projeto 
O projeto de expansão, além do tramo norte, que vai de Extremoz a São Gonçalo do Amarante, prevê um linha estimada em 23 km integrando o Aeroporto Aluízio Alves à Macaíba e seguindo até a BR 101, em Parnamirim. Este outro trecho, chamado de tramo sul da linha roxa, não tem ainda o estudo de viabilidade. 

Também dentro do projeto completo de expansão, está prevista a criação de um anel em Natal, com a implementação de mais duas linhas levando o VLT até o campus da Universidade do Rio Grande do Norte.

Fonte: G1
Publicada em:: 05/06/2015

sexta-feira, 29 de maio de 2015

VIAGEM NO VLT DE NATAL - NA CABINE DE COMANDO


Publicado em 4 de abr de 2015

Uma viagem completa no VLT de Natal - RN. Com início na Estação Central Ribeira até a Estação Terminal Ceará Mirim. Com áudio original na cabine de comando no momento em que O VLT TAMBÉM É TURISMO.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Macaíba também quer VLT

15/05/2015 - CBTU

O legislativo municipal pediu urgência na implantação do projeto apresentado pelo superintendente da CBTU.

Após encontro com o prefeito de Natal, Carlos Eduardo, na última quarta, o superintendente de trens urbanos do RN, João Maria Cavalcanti, atendeu ao convite do prefeito, Fernando Cunha, para na tarde desta quinta, 14, participar de reunião no Palácio Municipal de Macaíba, sobre o Projeto do VLT.

Na reunião, além do prefeito, se fizeram presentes o seu corpo de secretários, o presidente da câmara e quase toda a bancada de vereadores do município de Macaíba. João Maria apresentou o anteprojeto do VLT, elaborado pela CBTU, no qual o município de Macaíba seria contemplado na terceira etapa do projeto.

O legislativo municipal pediu urgência na sua implantação do projeto apresentado pelo superintendente da CBTU, se colocando à disposição do prefeito Fernando Cunha, para apoiá-los nas suas demandas. Ao final, o prefeito, solicitou uma reunião entre o corpo técnico da Prefeitura de Macaíba e o da CBTU para próxima semana, para tratar da inclusão do município de Macaíba nos estudos que estão sendo elaborados em conjunto com o governo do RN, município de São Gonçalo e consórcio Inframérica Natal, para o anel ferroviário metropolitano.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

VLTs de Natal e João Pessoa operam com tecnologia de ponta da Voith Turbo

05/05/2015 - GPCOM Comunicação Corporativa

A Voith, por meio da divisão Voith Turbo – líder mundial em soluções para transmissão de potência, foi a responsável pelo fornecimento de componentes como engates, redutores e sistemas de tração para os VLTs (veículos leves sobre trilhos) que já operam em Natal (RN) e João Pessoa (PB). 

O contrato foi firmado com a Bom Sinal, fabricante dos trens, e envolveu o fornecimento das seguintes soluções: engates semipermanentes, engates semiautomáticos, amortecedores com antiencavalamento e redutores, além do RailPack, um inovador sistema de tração a diesel integrado que inclui motor a diesel, transmissão hidromecânica DIWA 884.5 com unidade reversora integrada, sistema de refrigeração, sensor de Nox, quadros e suportes para fixação do conjunto no VLT. 

Graças ao RailPack, os VLTs da Bom Sinal podem trafegar em vias não energizadas, eliminando assim os altos custos para implantação de subestações de energia elétrica e de linhas de distribuição tipo catenária nas vias férreas já existentes. Com isso, há uma redução significativa no custo total de implantação de infraestrutura do sistema ferroviário como um todo. 

"O principal desafio desse projeto foi convencer o cliente de que a solução de tração a diesel era a melhor alternativa. Isso porque o mercado estava acostumado com trens, metrôs e VLTs movidos à tração elétrica, e apenas as locomotivas possuíam tração a diesel. Dessa forma, o VLT da Bom Sinal foi o primeiro no Brasil apostar nesta inovação", destaca Adelson Martins Junior, gerente da divisão ferroviária da Voith Turbo. 

Em Natal, o sistema de VLT começou a operar em dezembro de 2014. Já em João Pessoa, as operações tiveram início em fevereiro deste ano. Nos dois sistemas, o VLT possui três carros e dois Railpacks da Voith, tendo capacidade total para transportar 562 passageiros, destes 152 sentados. 

Sobre a Voith Turbo 

A Voith Turbo, divisão do Grupo Voith GmbH, é especialista em soluções de acionamento inteligente. Clientes de diversas indústrias, tais como petróleo e gás, energia, mineração e processamento de metais, engenharia mecânica, tecnologia marítima, ferroviário e veículos comerciais dependem de tecnologias avançadas da Voith Turbo. 

A Voith define padrões nos mercados de energia, petróleo e gás, papel, matérias-primas, além de transporte e indústria automotiva. Fundada em 1867, a Voith emprega mais de 39.000 funcionários, gera 5,3 bilhões de euros em vendas, opera em cerca de 50 países ao redor do mundo e é hoje uma das maiores empresas familiares na Europa.

Fonte: GPCOM Comunicação Corporativa
Publicada em:: 05/05/2015